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9 de out. de 2008

A HISTÓRIA DAS COISAS



INDICAÇÃO: G8GLOG

2 de out. de 2008

RELATO DE VIAGEM - SOBRE AGRICULTURA E AGRICULTORES (PARTE 1)

26 de Agosto de 2008


Depois de aproximadamente seis horas de viagem, partindo de Campina Grande, chegamos à pequena cidade de São José de Piranhas, situada no sertão da Paraíba, aos pés da Serra do Monte Horeb. São dez horas da noite, a temperatura é amena, os hotéis estão todos cheios, funcionários de uma empreiteira responsáveis pela duplicação das redes de transmissão elétrica ocuparam todos os lugares. Pego o telefone celular e tento ligar pra casa, não tem sinal. Damos uma volta pela praça, a cidade parece estar em “polvorosa”. Estamos em ano eleitoral e, em alguns dias, será instalada uma antena para celular. Não se fala em outra coisa. Cansados, fomos muito bem recebidos na casa de um amigo, Weggles.

Na manhã seguinte, depois de um farto café da manhã, conheço melhor a cidade. Uma grande praça em frente a Igreja, com direito a coreto,bares e tudo. A vida social da cidade está na praça. Um bom comércio, ruas limpas e organizadas. Mulheres bonitas em toda parte. A economia local gira em torno da agricultura, do funcionalismo público e de aposentadorias. Na produção agrícola destacam-se as culturas de arroz, fava, feijão, milho, gado. Com cerca de 20 mil habitantes a disputa eleitoral é acirrada, e como dizem por lá, “ tá quente como boca de caieira!”. Dia e noite, carros de som fazem propaganda para os três candidatos a prefeito, disputando numa “briga sonora” os ouvidos e os votos dos eleitores. Mas durante alguns dias, um carro com uma chamada diferente destacava-se dos demais, convidando os cidadãos a participarem do “Dia de Beneficiamento de Algodão Agro ecológico Colorido”, na comunidade de Lagoa de Dentro. Uma grande faixa colocada na entrada da cidade também dá destaque ao evento.

Desde 2003 foi instalada na comunidade de Lagoa de Dentro uma mini-usina para o beneficiamento do algodão que é produzido na região, tornando-se assim a "comunidade núcleo" de um pólo produtor que aglutina as comunidades de Pereiros (município de Bonito de Santa Fé), Sítio Barreiros (município de Cajazeiras), Redondo (em Cachoeira dos Índios) e Espinheiro (em Aurora - CE).

A cotonicultura vem sendo reintroduzida na região depois de anos de decadência, em decorrência do aparecimento da praga do bicudo e da abertura do mercado brasileiro à competitividade internacional na década de 90. A iniciativa partiu de um projeto do COEP (Comitê de Entidades no Combate a Fome e Pela Vida- www.coepbrasil.org.br) em parceria com a Embrapa, Chesf, UFRJ/Coppe. Um dos objetivos iniciais do projeto era geração de renda e agregação de valor ao produto na agricultura familiar.

O beneficiamento é um processo que permite que o algodão em rama seja separado em pluma e caroço, prensado em fardos e vendido diretamente para fábricas de fios, sem passar pelos atravessadores. Assim, alcança um preço melhor de mercado, deixando o lucro com os agricultores.

(Continua...)

28 de set. de 2008

24 de set. de 2008

Já visitaram o Blog do Saramago?

Recomendo (se é que eu posso recomendar alguma coisa):
http://blog.josesaramago.org/#

23 de ago. de 2008

DO COMENTÁRIO


COMING TO LIGHT – EDWARD CURTIS AND THE NORTH AMERICAN INDIANS

DIR: Anne Makepeace, EUA, 85 min, 16 mm, 1999

Sinopse: (retirado do catálogo da Sétima Mostra Internacional do Filme Etnográfico)

O filme retrata a vida de Edward S Curtis, brilhante fotógrafo de Seattle que, entre 1900 e 1930, fotografou e filmou os índios da América do Norte. Os descendentes dos “modelos” de Curtis utilizam as fotos para fazer renascer suas culturas e explicar o que elas representam para os índios de hoje.

DO comentário:

Três fatores fundamentais marcam a História específica dos EUA no século XIX, a Guerra Civil, a “Conquista” do Oeste e a Guerra Hispano Americana (que estigmatiza o início do domínio norte americano sobre a América Latina). Um desses fatores, a Conquista, é de suma importância para o entendimento do trabalho de Curtis, que vivenciou parte de um períodos dos maiores massacres da América (1865-1890), o genocídio dos índios norte americanos que, apoiado pelo governo, se torna institucionalizado. Curtis inicia seu projeto de registro nos fins do século XIX, logo após o período dos grandes massacres. Ele talvez tivesse a consciência de que seu trabalho fosse o único registro desses povos. Quando inicia, muitos povos já haviam se extinguido, sido dispersos e divididos em reservas fora de suas áreas originais. A idéia inicial era de registrar fotograficamente todos os grupos indígenas norte americanos e fazer uma enciclopédia, mas ele acaba também se utilizando de câmeras de cinema tentando filmar antigos rituais até então nunca registrados. Não conseguindo, recria esses rituais em estúdio e lança vários filmes no mercado. Suas fotos, grande parte delas são influenciadas pelo Retratismo e Pictorialismo do século XIX. Hoje muitos antropólogos questionam o trabalho de Curtis embora reconheçam seu valor. Muitas vezes, principalmente quando ele parte para o cinema, seu trabalho parece ficar no limite entre a realidade e a ficção, conseguindo de uma forma diferente, diria até mesmo perigosa de atrair a atenção para um tema até então abominado na sociedade americana: a questão indígena.

Navajos, Tupinambás, Cheyennes, Guaranis, Siouxs, Apinajés, Kiowas, Pataxós, Aparahos, Bororos, Cherokees, Timbiras, Creeks, Aymorés, Mohawks, Goitacazes...

São uma pequena parte dos muitos Povos da América do Norte e do Brasil que guardam entre si muito mais do que origem, tradições e histórias, talvez compartilhem do mesmo fim, o fim assistido algumas vezes por Curtis. Uma história que se repete em toda parte... (será?)

O documentário segue uma narrativa linear mostrando que o trabalho e a vida de Curtis se fundem, induzindo durante algum tempo o espectador a ter um pensamento que se confunde com o do próprio Curtis, até que, em determinado momento, começa a trabalhar com elementos que geram um conflito interno. Um desses elementos é o questionamento da veracidade e da validade de seu trabalho, aquilo que era verdade torna-se verossímil. Abrindo espaço para a discussão tanto da fotografia quanto do cinema documental e sua suposta objetividade. Curtis parecia estar absolutamente envolvido por seu trabalho ao ponto de tentar reconstruir realidades que até então já não mais existiam, essa reconstrução é o limite com a ficção.

Conheçam a obra de Curtis!

Marcelo Valle

8 de ago. de 2008

G8 - MAIS QUE UMA BOA IDÉIA!



Cabe aqui a indicação de um blog bem humorado e inteligente formado por um Grupo de 8 (G8) ex-estudantes de Geografia da UFRJ, hoje militantes e meliantes:
http://g8glog.blogspot.com/

7 de ago. de 2008

MEU GAMBÁ- Parte 1 – O encontro




Não , não era nenhuma dessas raposas que a gente cativa, embora fosse também um profundo apreciador de galinhas. Na calada da noite vivia a visitá-las, criando alvoroço nos galinheiros vizinhos. Penas, sangue e casca de ovos espalhados pelo chão,além disso, nenhuma pista, rastro ou pegada. Chegou a ser confundido com o tal chupa- cabras, coitado.
Os vizinhos, assustados, não sabiam o que fazer. Montaram guarda, colocaram armadilhas e... nada! Chegaram até a consultar um ufólogo (os ETs estavam na moda).
Numa dessas madrugadas de lua cheia,depois de ter tomado muita Samanaú (cachaça de Caicó), voltei para casa escorando nos muros e tentando, a todo esforço, andar em linha reta, me deparei com “ele” pela primeira vez. Vi sobre o portão da dona Marieta, num contraluz ao luar, apenas uma silhueta. Longas e arredondas orelhas, corpo delgado, rabo comprido e fino. Era estranho e ao mesmo tempo familiar, meio gato, meio rato.

Gritei:_ MICKEY!!!

Assustado ele desapareceu nas trevas.

Dona Marieta, velha portuguesa, acendeu as luzes, foi até a janela e disse: _Ora, pois! Isso são horas?!!! Já estás meio grande para “ brincare” de Disneylândia rapaz!!!




Foto:Marcelo Valle

OBS: Nada contra florzinhas, bichinhos e livrinhos, conforme o publicado em comentário afetado, passarei a escrever sobre os temas citados!!!

5 de ago. de 2008

Segredos



Vou até o barranco
e arranco
um pouco de argila.
Tento fazer um gorila, mas não consigo.
Faço um pescador que lança suas redes ao céu.
Ele pega algumas nuvens que logo se dissipam.
Espera a noite chegar.
Lança sua rede.
Pega algumas estrelas.
O céu ficou triste. Logo chove.
O argila amolece, o pescador se desfaz.
As estrelas brilham livres.
Aparece a lua.
Conversamos.
Ela me conta alguns segredos.
Segredos são segredos,disse a lua.

ETNO...LÓGICAS: UM VELHO MERCADO





O atual mercado São Pedro, localizado na Ponta da Areia,Niterói, foi inaugurado em 29 de junho de 1971, vindo a substituir o antigo mercado de peixes, um conjunto de barracas e palafitas que avançava sobre o mar na Praia Grande (orla da Baía de Guanabara que costeava o centro de Niterói).

Ficava próximo onde hoje se situa o terminal rodoviário João Goulart, na avenida Visconde de Rio Branco, centro . Funcionou ali até o início dos anos 70, quando foram feitas obras para o aterramento da praia. Na época, o governo estadual decidiu transferir o mercado para um galpão do Ceasa, no bairro Barreto, gerando uma polêmica entre os barraqueiros que não aceitaram a transferência, pois ficariam muito longe do mar.





Organizados, os barraqueiros criaram uma cooperativa chamada "Comercial São Pedro", com aproximadamente 48 integrantes, que comprou um terreno nas proximidades do antigo mercado e custeou as obras do novo.
O antigo mercado era também conhecido como “mercado da palafita”, umas construções precárias e pobres, que atendiam a uma freguesia de baixa renda, “do povo”.
A classes mais abastadas compravam seus peixes nas peixarias de Icaraí. Os peixeiros, alguns deles estrangeiros (principalmente italianos e portugueses), eram então conhecidos como barraqueiros, estes eram considerados grosseiros, de linguajar rude, muitas vezes acusados de enganar a freguesia, vendendo peixe passado e trapaceando na balança. De acordo com alguns depoimentos, era comum, quando se comprava um peixe inteiro e mandava-se fatiar em postas, virem faltando alguns pedaços que depois eram revendidos.



Apesar da concorrência entre as barracas, havia companheirismo, eram solidários na mulher e na cachaça. Próximo ao velho mercado, havia uma colônia de pescadores, que era responsável por boa parte de seu abastecimento. Na época toda pesca era artesanal e muitos barcos entregavam o peixe direto nas barracas.
Quase todos eram católicos e até o final dos anos 60 era realizada uma grande festa para São Pedro, padroeiro dos pescadores no mês de junho. O santo deu nome ao mercado: Mercado de Peixes São Pedro!

11 de jul. de 2008

REPOSTAGEM: CINE PULGUEIRO, BOM PRA CACHORRO



CINE PULGUEIRO


Marcelo Valle( Magoo)

Pelo pêlo segue a pulga, ignorando as rugas de uma testa franzida e suada. Os olhos em festa, já quase vencidos, semicerrados se esforçam na escuridão para acompanhar o movimento na tela. No ar, o som das gargalhadas se mistura ao cheiro de couro das poltronas doces. Pipocas e perfumes baratos. As cadeiras duras, machucadas, recheadas de palha ainda acomodam muita gente. A casa está cheia como não se via há tempos. Até as primeiras fileiras foram tomadas. O mofo lentamente se espalha pela parede. O filme é velho como todos os outros que por ali passaram, estrangeiro também, o que de fato não importa. Sobra espaço para reinventar os discursos. Alguns, mais metidos, ruminam as palavras de fora. Grupos de meninos, sempre em grupos, comentam o beijo estampado. Meninas encabuladas, rapazes excitados, moças alvoroçadas. Os velhos recordam e as senhoras...Ah...as senhoras! Essas não estão assim tão cheias de pudores, querem mais é sonhar com o novo galã, agora velho. Lá fora a missa acabou e ninguém imagina que a cidade esteve em polvorosa, às beiras de uma revolução. A sessão era de graça, mas todo mundo fez questão de pagar. A revolução?!...Bem... foi por causa do cinema.
Chegou alguém na cidade, não se sabe quando, nem de onde. Dizia falar em nome de Deus, todos logo desconfiaram. Afinal, se Deus criou o mundo, é bem capaz de falar por si só. Além do mais, já estavam acostumados com o padre. Pastor ali, só de cabras. Muito dinheiro ele tinha para arrebatar o que bem pudesse. Não o que quisesse, e assim foi. O cinema continuou cinema. Em nome de Deus foi embora, mas voltou tempos depois. Trouxe consigo, o Diabo. Ele mesmo, o fancho, pé de bode, arrenegado. Entrou o rabudo no cinema espalhando enxofre pra todo lado, achando, coitado, que com o cheiro forte espantaria a freguesia. De nada adiantou. Tentou de novo trazendo as pulgas. Eram tantas, que cobriam as cadeiras. Mas aquele povo tinha sangue de sobra, sabe-se lá quanto. E muitos cachorros na cidade havia. Logo as pulgas encontraram os cachorros. Mas o Diabo não desistia, começou então, a tramar a demolição. Logo, logo descobriu-se a intenção. E a cidade virou um inferno. O Dito Cujo tentou tentar a todos. Madalena, Rita, Sebastião, José, Bárbara, Benedito, Jorge, Conceição, Gabriel, Luzia, Cosme, Maria, Cristóvão e Damião, Eulália, Genoveva e Teresa...todo mundo ali tinha nome de santo, mas de fato ninguém era, nem por isso o Diabo teve vez. Foi escorraçado, coitado, o Cão com o rabo entre as pernas! De vermelho ficou branco, coberto de penas, até parecia um anjo. No dia seguinte o cinema, com muito orgulho, foi rebatizado de Pulgueiro. Algumas pulgas ali, definitivamente se alojaram, pulgas que gostam de filmes. A sessão estava cheia. E lá no fundo, com a testa franzida e suada, Deus assistia a tudo e ria...

10 de jul. de 2008

Corra que a polícia vem aí!


Todos os dias pela manhã leio apressadamente as manchetes dos jornais em alguma banca do caminho que me leva até o trabalho. Dou preferência aos jornais "popularescos". Hoje numa banca de esquina, em um rua qualquer de Botafogo, uma manchete estampava o seguinte: "Policiais matam 15 vezes mais na Zona Norte do que na Zona Sul".
Atrás de mim um policial com uma cara de desconforto e preocupação comentava o seguinte:_Pô, sacanagem! Já tão querendo aumentar nosso trabalho, vamos ter que trabalhar 15 vezes mais e o salário... ó!

13 de jun. de 2008

27 de mai. de 2008

Realidade



Foto: Jan Saudek

Medos tenho muitos, um dos maiores é o de ficar louco! O fato é que já fiquei certa vez, perdido entre o sonho e a realidade.

Uma salamandra escala uma abóbada dourada. Sob a abóbada um chimpanzé dá aulas de ortografia. A palavra não é mais humana.
Uma banana, vestida de cigana, dança. Sobre seu chapéu está Carmem Miranda.
Nada sustenta a abóbada, feito um disco voador ela flutua.
Tímidos, Sol e Lua se encontram, não há eclipse.
O tempo do Sonho é o tempo da contemplação.
De repente surgem um tigre e uma águia que me conduzem por caminhos que eu mesmo criei. Vamos ao topo de um desfiladeiro, sua base encontra-se a centenas de metros abaixo de nós. Lá embaixo um mar dourado, tal qual a abóbada. Olho a minha frente, três pontos vermelhos se aproximam. São três cavalos de veludo vermelho. Eles conversam com o tigre. Ele me convida a voar. Salto do desfiladeiro. A águia e a água me aguardam. Em um vôo rasante toco a água. Águas diáfanas que tentam esconder nuvens, não há peixes, somente camelos coloridos nadando. Algo mais aparece, uma grande embarcação cheia de crianças e lobos. Seu movimento é suave apesar de seu tamanho. As crianças olham para mim e sorriem, os lobos também. Foi a primeira vez que vi lobos sorrindo. Um som forte...
Acordo?
Outro dia amanhece?
Minha cabeça quase esquece o sonho. Tento juntar os fragmentos. Lamento. Penso algo a respeito de homens, deuses e sonhos.

O CAROÇO E A ANDORINHA- Uma história infantil para usar o dicionário...




Acéfalo abstraído do absurdo
Acabrunhado em sua casca,
em pouca polpa envolvido.
Acaule acautelado,
Permaneceu no chão escondido:
_O caroço!

Ouviu dizer de um moço:
_ Nem todo caroço que cai na terra vinga!

Berrou o caroço:
_Eu vim, eu vingo!

Açambarcando todo o terreno.
Ia crescendo o caroço,
sem caule nem raiz.
continuava sempre....
caroço!

Era duro feito osso,
Acastanhado liso
Sem destino e sem juízo

Era acatado, respeitoso
O gigantesco caroço
de acelerado crescimento
era já um monumento,
agora mais duro que cimento!

Colossal caroço tornou-se uma ameaça
Dia a dia ele crescia
Acolá, a cidade era engolida
Era prédio, casa e avenida

Para tanta aberração
Ninguém tinha explicação
Botânicos vinham do mundo inteiro
Gastavam tempo e dinheiro

Chamou-se pois, um batalhão.
Era preciso conter essa expansão.

_Uma explosão! Disse o capitão.

Mil megatons e um caroço que continuava caroço.

A cidade assustada
não conseguia pensar em mais nada.

Chegou então, o verão
Vieram com ele as aves de arribação:
As pequeninas andorinhas em peregrinação

Feito o caroço, um mistério!
Tomavam o que restava da cidade

Em toda parte uma andorinha
Aos milhares iam e vinham
Atrás de suculentos insetos incertos

Desprevenida , certa andorinha perseguia o seu almoço:
_Um gafanhoto gordo.

No ar ele fez um giro
desviando-se do caroço.

A andorinha, coitada!
Chocou-se de bico com o colossal caroço
A Potente pontiaguda córnea proeminência
Rachou sem ponderar a sua excelência:
_O caroço.

Frutas de todo tipo saíram do Colosso
Atemóia, manga, cajá
Maracujá, caju, melancia
Banana, morango, maçã...

Alimento de sobra pra homem e pra pássaro.

Fartando a todos sem desembaraço.
O que restou do caroço gritou:
_ Vinguei!

4 de mai. de 2008

Vá e veja!


Padrinhos?!

Boas Vindas!

Quatro semanas e um balão azul!

Entre vermelhos...

yellow brick road!


Tia Dê me lembra outros tempos!