
Amigos leitores do CAROÇO,
Estamos transferindo este blog para um novo endereço: http://ocaroco.wordpress.com. Tudo que está lá, no http://ocaroco.wordpress.com, já esteve aqui. Tudo continua igual, à exceção do layout, de algumas comodidades oferecidas pelo servidor novo e, é claro, o endereço, que passa a ser http://ocaroco.wordpress.com. Inclusive, se você tiver um link para nós, troque-o para http://ocaroco.wordpress.com, já que agora http://ocaroco.wordpress.com será nosso endereço.
Caso ainda não tenha ficado claro, o novo endereço deste blog é http://ocaroco.wordpress.com. Queremos todos lá!
12 de nov. de 2008
Times are a-changing...
28 de set. de 2008
10 de set. de 2008
Homenagem de aniversário (9 de setembro)
Ontem eu percebi,
Lento, que
Infelizmente, qualquer palavra é
Vã para definir o quão
Importante é a Olívia para
A vida de todos nós.
Olívia, nossa é vida é mais feliz com a sua existência.
Feliz aniversário.
4 de set. de 2008
O Caroço
Dizem por aí que o CAROÇO brotou do nada, que antes dele havia apenas o Coisa Nenhuma. Mas é difícil, já que ele surgiu já metido, cheio de idéias, botando as manguinhas de fora, todo saliente, irreverente, inconseqüente. Havia algo antes do CAROÇO, mesmo no fundo das entranhas das quais ele adveio. Havia vontade? Havia. Havia necessidade? Havia. Havia mais, havia, como dizem as fofoletes de Icaraí, uma daquelas coisas loucas assim, sabe, que vão tipo assim subindo pela garganta e te deixam com uma vontade muito louca de gritar.
O CAROÇO veio de uma vontade, de uma súbita ânsia de fazer alguma coisa. De sacudir a poeira. De meter dedo no olho e morder nariz. Algo inexplicável, um transe coletivo surgido numa noite de poesia com cachaça e que não foi levado pelas ondas da ressaca. Mesmo às vezes meio frígido, o CAROÇO virou uma tara coletiva, que brotou, esfriou e vem maturando. O CAROÇO, sim. Ele é. Ele não precisa de. O CAROÇO, simplesmente. O CAROÇO e ponto.
O CAROÇO, até agora, apresenta poucas realizações. Mas projetar é o que importa, como diria Le Corbusier.
O Caroço - É a menina dos olhos da Caroço Produções. Enfrenta enormes problemas desde seu nascimento (quando era apenas o "Jornalão"), como má-vontade na gráfica, críticas generalizadas, crises de preguiça e um mau agouro constante. Mas assim mesmo, embora aos trancos e barrancos, já emplacou algumas edições.
Quando o texto acima foi escrito, se não me engano, pelo Leo, o CAROÇO eram quatro edições toscas de um jornal impresso na gráfica da UFF. A apresentação estava num endereço que se pretendia a nossa casa na internet (coisa muito feia, mas possível naquela época com poucos recursos e pré-blogs). Desde então, amigos se foram e voltaram, filho nasceu (outro está por vir), amigos novos surgiram, até que a correspondente em Londres decidiu parar de ouvir as idéias e lamentações por falta de um novo lugar para escrever e criou este blog coletivo, onde CAROÇOS voltaram a dividir textos no mesmo espaço. Cônjuges viraram colaboradores, CAROÇOS perdidos voltaram e eis que a equipe se completa novamente, com a chegada do nosso querido Leo Cosendey, da equipe original que um dia, no anfiteatro que virou praia, decidiu que teria um nome só: CAROÇO. Um ciclo se fecha para surgir, quem sabe, outro.
1 de jul. de 2008
Aprendendo a escrever
18 de jun. de 2008
27 de mai. de 2008
O CAROÇO E A ANDORINHA- Uma história infantil para usar o dicionário...
Acéfalo abstraído do absurdo
Acabrunhado em sua casca,
em pouca polpa envolvido.
Acaule acautelado,
Permaneceu no chão escondido:
_O caroço!
Ouviu dizer de um moço:
_ Nem todo caroço que cai na terra vinga!
Berrou o caroço:
_Eu vim, eu vingo!
Açambarcando todo o terreno.
Ia crescendo o caroço,
sem caule nem raiz.
continuava sempre....
caroço!
Era duro feito osso,
Acastanhado liso
Sem destino e sem juízo
Era acatado, respeitoso
O gigantesco caroço
de acelerado crescimento
era já um monumento,
agora mais duro que cimento!
Colossal caroço tornou-se uma ameaça
Dia a dia ele crescia
Acolá, a cidade era engolida
Era prédio, casa e avenida
Para tanta aberração
Ninguém tinha explicação
Botânicos vinham do mundo inteiro
Gastavam tempo e dinheiro
Chamou-se pois, um batalhão.
Era preciso conter essa expansão.
_Uma explosão! Disse o capitão.
Mil megatons e um caroço que continuava caroço.
A cidade assustada
não conseguia pensar em mais nada.
Chegou então, o verão
Vieram com ele as aves de arribação:
As pequeninas andorinhas em peregrinação
Feito o caroço, um mistério!
Tomavam o que restava da cidade
Em toda parte uma andorinha
Aos milhares iam e vinham
Atrás de suculentos insetos incertos
Desprevenida , certa andorinha perseguia o seu almoço:
_Um gafanhoto gordo.
No ar ele fez um giro
desviando-se do caroço.
A andorinha, coitada!
Chocou-se de bico com o colossal caroço
A Potente pontiaguda córnea proeminência
Rachou sem ponderar a sua excelência:
_O caroço.
Frutas de todo tipo saíram do Colosso
Atemóia, manga, cajá
Maracujá, caju, melancia
Banana, morango, maçã...
Alimento de sobra pra homem e pra pássaro.
Fartando a todos sem desembaraço.
O que restou do caroço gritou:
_ Vinguei!
9 de mai. de 2008
Purpurina
Frase proferida por uma senhora que foi ao show do Village People, na noite desta quinta-feira, no Via Funchal, em Sampa: “Tenho muitos amigos gays e adoro esse tipo de alegria festiva que só os gays têm”. Minha pergunta é: se a alegria festiva é característica exclusiva dos homossexuais, os caroços são todos gays???
18 de abr. de 2008
Treze
Os Caroços não param de aumentar:
Claudia Lamego
Olivia Bandeira
Luciana Gondim
Monique Cardoso
Andressa Camargo
Lucas Bandeira
Gustavo Monteiro
Gardenia Vargas
Andrea Vazquez
Gisele Maia
Marcelo Valle
Fernando Miragaya
Pedro Paulo Malta
11 de abr. de 2008
Novos participantes
Claudia Lamego
Olivia Bandeira
Luciana Gondim
Monique Cardoso
Andressa Camargo
Lucas Bandeira
Gustavo Monteiro
Gardenia Vargas
Andrea Vazquez
Gisele Maia
Marcelo Valle
Fernando Miragaya












