28 de mai de 2008

Semente de Conto - ARACY




Não sei como nem quando essa mulher me dobrou desse jeito. Mal me fita nos olhos, sempre com ar de soberana, nem modos têm. É sempre o que ela quer e na hora que quer. O corpo é uma tábua, nem sinal de cintura. Esnoba meu CD do Chico, meus amigos, meu Botafogo! E eu, feito bobo, volto correndo pra casa, deixo serviço por fazer, dispenso a cerveja com os amigos, só para estar com ela. Horas e mais horas de sono perdidas, contemplando o sono dela. Deus, o que será de mim quando ela completar um ano?

7 comentários:

Olívia Bandeira de Melo disse...

Lindo Lu!

Cláudia Lamego disse...

Lindo! Será que a criança vai gostar de música eletrônica, para desgosto do papai e da mamãe? aahhahaha

Gugu disse...

O que seria de mim se não tivesse você, Lu?

Deia Vazquez disse...

Clau, que musica estara em voga quando ele/ela for grande o suficiente para ter gosto musical??

Carlos Augusto Monteiro disse...

Cara, impressionante ter entrado de novo aqui justo hoje, quando dou de cara com esse post. Tão apropriado para minha própria realidade.... adorei!!! beijos no casal 20.

Pedro Paulo Malta disse...

Beijão pra você, Lu. Lindo conto! E parabéns pelo Fluminense. :)

Luciana Gondim disse...

Lindos são vocês, cataratas de inspiração. E que me fertilizam tanto com Antônios, Aracys, Valentinas e outros carocinhos que estão por vir.

Carlos, meu assessor de imprensa preferido, que sempre me convence a fazer qualquer pauta recorrendo ao lindo sorriso da sua linda princesa...obrigada pela visita! Apareça mais vezes